31 de janeiro de 2011

Como será?

Eu fui a um casamento no último final de semana, de um amigo dos meus primos. Assim que entrei na igreja, a música que tocava era "halo", seguido de "I'm yours" e outras músicas românticas atuais, porém, era só instrumental, à base do violino. Lindo.
Quando a noiva entrou na igreja, eu olhei rapidamente para ela e me voltei ao noivo. Permaneci meu olhar nele durante o todo o percurso da moça. É um costume. Apesar de não ir a muitos casamentos, quando eu vou, gosto de olhar a reação do noivo ao ver a mulher entrar. Alguns choram, outros ficam tremendo... Eu gosto de observá-los. É como se eu tentasse ver se eles realmente querem isso. Se você já assistiu ao filme "Vestida para casar", deve pensar que é daí que me veio essa mania, mas não é. Eu achei até coincidência quando assisti ao mesmo. Essa mania de olhar o homem.
No final, quando o casal, recém-casado, veio caminhando sobre o tapete vermelho, a música de fundo era "kiss me", que dizem que é da Leigh Nash, mas a Avril Lavigne também canta (http://www.youtube.com/watch?v=aIWOg-0_CC0&feature=related). A música mesmo, com voz e instrumentos. Eu chorei. Ah, o que posso fazer? Estava sensível e foi bonito. Mas minhas lágrimas foram muito educadas.
A festa foi ao lado da igreja, estava simples e bonita. Convidados o suficiente, docinhos deliciosos, música boa...
E no casamento do amigo do meu primo, eu pensei no meu casamento. Sim, está longe, eu só tenho 16, mas já o tenho todo idealizado. Eu não vou contar os detalhes, mas vai ser na praia e fim de tarde. Vou mudar algumas coisas, afinal, será o meu dia e quero me sentir bem para transmitir isso.
Entretanto, ou pensar na festa, ou fazer a festa é o de menos. O que acontece depois é um roteiro que cada casal escreve e é o mais difícil. Escolher alguém pra passar o resto da sua vida é algo que talvez nem devesse existir, mas é nessa dificuldade que está o encanto. Não basta assinar um papel, é preciso viver duas, ou mais vidas (filhos), como se fosse apenas uma.

Ahh! Passei na UFBA! Mas não posso cursar, passei pro terceiro ano agora. To feliz!

Beijocas melecadas!

17 de janeiro de 2011

Tirando o atraso

Eu sumi mesmo. Estou de férias e não estava com muita paciência pra ficar postando. Estou com mil ideias de coisas para escrever, mas não vou postar tudo de vez, porque às vezes a falta de imaginação ataca e eu tenho que me prevenir. =D

Antes que eu me esqueça, feliz natal e feliz ano novo (muito atrasados!). 
Pra descontrair e mostrar que voltei animada, não podia deixar de fazer uma comparação que está na boca da galera e eu concordei assim que vi a posse de Dilma:

Agência Estado/Tiago Archanjo/AgNews


Beijocas melecadas (as primeiras desse ano)!

20 de dezembro de 2010

Eu não quero sair daqui!

Demorei pra postar, mas a memória ainda é fresquinha, fresquinha do que quero relatar desde o dia 13, em que fiz a segunda prova, da segunda fase, do vestibular. Bom, eu moro em Salvador, mas não na "tradicional" Salvador... Eu moro em uma área que, há algumas décadas atrás, era local de veraneio, longe de tudo... Mas a cidade cresceu muito! E as novas gerações se distanciaram do passado histórico dessa capital. Eu, sinceramente, não frequento o centro da cidade e odeio o Pelourinho! Sério, não sei se devia dizer isso, mas o Pelô não é legal! Está abandonado, sujo, perigoso, cheio de prostituição e crack (tem até um ponto conhecido como Crackolândia. o.O). Não me levem a mal, eu admiro o passado cultural que existe lá, mas é feio sim! Eu acho... É mais pra turista mesmo, que vai no intuito de conhecer, fazer tererê e colocar fitinha do Senhor do Bonfim...
Enfim!
Eu sei que a minha prova foi no Canela, na parte antiga de SSA, e ao sair do colégio, andei pela praça do Campo Grande, sozinha, enquanto esperava a minha mãe. E quando andava, só, só com meus pensamentos, nunca me senti tão... Livre! Tão... Raíz! Eu me senti raíz, uma verdadeira nativa, desbravando a cidade... Pode parecer idiota, mas foi uma sensação incrível! Foi boa... Então, parei em frente ao TCA (Teatro Castro Alves). Aguardando minha mãe, ouvi uma conversa de três pequenos garotinhos que estavam sem a presença de nenhum adulto. Eles queriam pegar um ônibus, mas acho que não sabiam ler. Nem os mais velhos... E um deles falou: "você acha que eu sou burro, é? Eu sei ler sim!" Eles falavam alto, como se quisessem me provar e provar aos outros presentes que não eram crianças burras. Eu ri baixinho. Aí minha mãe chegou. "Vamos visitar seu tio? Ele trabalha aqui perto." Ok. Lá fomos nós... Vimos meu tio e depois descemos pela Avenida Sete (é com se fosse a 25 de Março de São Paulo ou o Saara do Rio de Janeiro), mas essa é soteropolitana do dendê! Lá tem tudo que você conseguir imaginar e mais um pouco! E os preços são ótimos! Comprei um short azul, de praia, por apenas R$ 7,90! Depois, no fim do passeio, entrei numa pequena lojinha de roupas  com aquele tecido de roupa hippie que eu não sei o nome. Tinha vestidos lindos! E saias enormes! Experimentei uma e a sensação que tive enquanto andava na Praça do Campo Grande se repetiu. Mas eu não levei a saia... Outro dia eu compro... Já explorei muito os meus pais esse mês. 
Depois de tudo isso... Percebi que amo muito a minha cidade! Eu nunca pensei em sair daqui, para trabalhar fora, por exemplo, e várias pessoas já me acharam louca por isso. Eu sei, também, que Salvador tem muitos defeitos que precisam ser melhorados com urgência, mas ela é linda! É feliz! É a minha cidade! Eu nasci, estou crescendo e pretendo continuar aqui, vivendo, curtindo, aprendendo, até o "para sempre".

12 de dezembro de 2010

Luma e UFBA

No fim de semana passado (4 e 5 de dezembro) eu viajei pra Vitória da Conquista, porque no sábado foi aniversário do meu tio e da minha prima, mas que foi comemorado no domingo devido ao batizado de Luma.
Eu só fiquei esses dois dias e voltei na segunda de manhã, mas foi mara o passeio. Minha prima é linda e fez três aninhos! *-* Ela é enorme! =D A coisa mais fofa do mundo!



E hoje de manhã eu fui fazer a segunda fase do vestibular... Peguei um engarrafameeeento! Cheguei faltando uns 10 minutos no máximo pra fechar o portão do colégio (PIS-QUEI!).... E deram quase meia hora de tolerância! Eu até que fiz bem a prova... Pra quem não sabe, eu ainda sou 2º ano e fiz só um teste. Coloquei letras e língua estrangeira pois as matérias da prova são as mesmas que as do curso de jornalismo, que é o que farei ano que vem, se Deus quiser (e se eu me esforçar o suficiente!).
Sim... Aí eu fui "bem" na prova, saí de lá 12h e alguma coisa, desci, liguei o celular e uma senhora falou "Vocês só podem ligar o celular fora do colégio". An? Como assim? Tava um toró e eu precisava ligar pra minha mãe! Saí na chuva... Fazer o que? Me molhei toda, entrei no Bompreço que havia em frente à escola, liguei pra minha mãe e surpresa... Ela estava lá! Aí eu comprei uma camisa branca de R$ 10,00, já que a minha ficou encharcada por causa dos litros de água que jorraram sobre mim, né? =/
Aí voltei pra casa, assisti a alguns filmes... E to aqui agora... Amanhã tem a segunda parte da prova, e eu espero, de verdade, passar. Mesmo que não possa cursar, é um bom sinal... =D


Nada interessante... Quando eu fizer algo interessante juro que coloco.

Beijocas melecadas!

P.S.: Um beijo pra Tia Cláudia, mãe de um amigo meu, que é como se fosse minha mãe também. Te adoro, tia! Você merece ser feliz sempre!